quarta-feira, 28 de maio de 2014

Única vez!

Uma única vez! Amar, sentir, embriagar-nos um nos braços do outro. Amor forte, ímpar, que nos liga, nos uni, nos faz uma pessoa só mesmo longe, pois, nossas almas são próximas.

Não sei como será após essa “única” vez, após sentir meus beijos, meu gosto e meu corpo. Não sei como será ficar sem seu olhar sorrindo-me, seus beijos cobrindo-me, seus abraços aconchegando-me dentro de seu corpo. Ficar sem esse amor/paixão sem hesitação, esse algo forte, essa luxuria pura, de força em fúria.

Mais que estar dentro de seu corpo e você dentro do meu, são as almas estarem uma dentro da outra, os espíritos fundidos, imprensados por essa luz que nos uni e nos liga, envolvendo-nos nesta áurea de calor e amor. Essa energia de seus apertos em minhas carnes sem pena e sem dó, os orgasmos múltiplos no ir e vir selvagens experimentados. 

E se eu lhe quiser sempre que possível? Se você me quiser sempre? Se a saudade de nossos “estarmos juntos”, de nossos corpos, de nossas almas gritar de forma que nos ensurdeçam os ouvidos de nosso amor, nos obrigando a mais uma segunda “única” vez?

Não quero pensar, mas, penso! Não quero ver, mas, vejo!  Não quero nada, mas, quero tudo! Quero tudo de você, quero sua totalidade exterior e interior, quero sua entrega sem pudor, seus gemidos e sussurros causados por minha língua que abraça o seu intimo se deliciando com a seiva derramada por esse instante de vida que acontece!

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